PROTEÇÃO DOS PÉS

Esta norma europeia especifica, com relação à EN ISO20344, as exigências fundamentais adicionais (facultativas) para os calçados de segurança para uso profissional marcados « S ». Dotado de uma biqueira de segurança, este calçado foi previsto para proteger o utilizador contra os choques com um nível de energia máximo correspondendo a 200 Joules e contra os riscos de esmagamentos de 15 kN.

Esta norma europeia especifica, com relação à EN ISO20344, as exigências fundamentais adicionais (facultativas) para os calçados de protecção para uso profissional marcados « P ». Dotado de uma biqueira de segurança, este calçado foi previsto para proteger o utilizador contra os choques com um nível de energia máximo correspondendo a 100 Joules e contra os riscos de esmagamentos de 10 kN.

Esta norma europeia especifica, com relação à EN ISO20344, as exigências fundamentais adicionais (facultativas) para os calçados de trabalho para uso profissional marcados « O ». São diferentes dos calçados de segurança pelo facto de não possuírem biqueira de protecção contra os choques e o esmagamento.

Esta norma europeia especifica descreve um método de teste para determinar a resistência anti corte por motosserra.

Esta norma europeia especifica para calçado de bombeiros.

Electrostática – Métodos de teste standard para aplicações específicas – Calçado Esta parte da IEC 61340 descreve um método de teste para determinar a resistência eléctrica do calçado utilizado no controle do potencial electrostático sobre as pessoas. Esta norma é adequada para uso pelo fabricante do calçado, bem como pelo utilizador final. Existem dois tipos de calçado.

Calçado condutor electrostático
Calçado testado pelo método descrito nesta norma com uma resistência eléctrica de <; 1 Ω x 10⁵.

Calçado dissipativo electrostático
Calçado testado pelo método descrito nesta norma com uma resistência eléctrica de > = 1 Ω x 10⁵ e < 1 Ω x 10⁸.mai

PROTEÇÃO ANTIQUEDAS

Antiquedas móveis sobre suporte de segurança rígido:

Sistema composto de um antiqueda móvel com bloqueio automático solidário do suporte de segurança rígido (guia, cabo). Um elemento de dissipação da energia pode ser integrado ao conjunto.

Esta norma descreve os diferentes métodos de ensaio de vários EPI´s relacionados com sistemas constituídos de uma linha destinada a ser fixada (temporária ou permanentemente) a uma estrutura, na qual um dispositivo de percurso está ligado.

Elementos de ligação ou componentes de um sistema. Uma corda pode ser uma passadeira de corda ou de fibras sintéticas, um cabo metálico, uma correia ou uma corrente. Comprimento máximo 2 m.

Advertência:

Uma corda sem absorvedor de energia não pode ser utilizada como sistema de interrupção das quedas.

Absorvedores de energia:

Elemento incluído num sistema de interrupção das quedas, que garante a interrupção de uma queda de altura em plena segurança ao diminuir o impacto da queda.

Equipamentos de proteção individual para a manutenção da posição de trabalho e de prevenção contra quedas em altura, por cintos de manutenção e retenção na posição de trabalho.

Esta norma confirma que o cinto e linha de posição de trabalho resistiu a um teste de força estática por mais de três minutos sem libertar a carga.

Equipamento de protecção individual contra quedas em altura.

Anti-quedas do tipo retráctil.

Esta Norma trata de anti-quedas com dispositivos de travamento utomático e um sistema auto-retráctil para a corda. Um elemento de dissipação de energia pode ser embutido no equipamento.

Equipamento de protecção individual contra quedas de altura por um arnês de corpo inteiro. Esta norma diz que o arnês passou no teste de queda livre que envolva uma queda livre com um peso 50 kg no arnês simulando uma pessoa. Isto mostra como o arnês vai responder perante uma queda.

Equipamento de protecção individual contra quedas de altura — Conectores Esta norma mostra que todos os conectores desta gama passaram no teste de força necessária para esta norma.

Sistemas de interrupção das quedas:

Conjunto de equipamentos de proteção individual contra as quedas de altura ligados entre si e destinados a interromper uma queda.

Um sistema de interrupção das quedas tem de incluir no mínimo um arnês antiqueda e um sistema antiqueda.

Equipamento de proteção individual contra as quedas de altura:

Métodos de ensaios:

Esta norma europeia especifica os métodos de ensaio aplicáveis aos materiais, aos componentes e aos sistemas que constituem os equipamentos de proteção contra as quedas de altura, como segue:

  1. a) a aparelhagem de ensaio estático e os métodos de ensaio estático,
  2. b) a aparelhagem de ensaio dinâmico, incluindo um boneco,
  3. c) os métodos de ensaio para realizar os ensaios de desempenho dinâmico e de resistência dinâmica dos componentes e dos sistemas,
  4. d) os ensaios de corrosão a que são sujeitos os componentes metálicos,
  5. e) a aparelhagem de ensaio e os métodos de ensaio para os ensaios de resistência e os ensaios de acondicionamento opcionais.

Esta norma europeia também contém recomendações acerca do decurso dos ensaios.

Dispositivos de ancoragem:

Elemento ao qual pode ser amarrado um equipamento de proteção individual.

PROTEÇÃO DO CORPO

Vestuário de protecção técnica:

Norma de referência, não podendo ser utilizada só, mas unicamente em associação com uma outra norma apresentando exigências relativas ao desempenho de protecção.

Esta norma especifica as exigências gerais de desempenho relativas a ergonomia, a inocuidade, aos tamanhos, durabilidade, envelhecimento, compatibilidade e marcação do vestuário de protecção bem como informações fornecidas pelo fabricante com o vestuário de protecção

Roupa de proteção contra ambientes frios:

A norma EN 342 especifica as exigências e os métodos de ensaios de desempenho referentes às roupas de proteção contra o frio em temperaturas inferiores a -5°C. Isolamento térmico de base medido. O valor é função da temperatura máxima de utilização conforme determinados níveis de atividade e tempos de exposição. A letra indica o tipo de roupas interiores utilizadas para executar o teste (A ou B).

Atributo 1 :

Categoria de Resistência térmica do térmico da roupa (1 a 3)
Indica a capacidade de isolamento do térmico da roupa.

Atributo 2 :

Categoria de permeabilidade ao ar (1 a 3)
Indica o nível de impermeabilidade da roupa.

Atributo 3 :

Categoria de Resistência à penetração da água (1 a 2)
Indica o nível de impermeabilidade da roupa

Atributo 4 :

Isolamento térmico resultante de base medida sobre manequim móvel
Valor dependendo da temperatura máxima de utilização para um nível de atividade e um tempo de exposição dados. A letra indica o tipo de roupa interior utilizada durante o ensaio (B, C o R) – 0,170 m².K/W < Icler < 0,310 m².K/W

Atributo 5 :

Isolamento térmico resultante de base medida sobre manequim fixo
Valor dependendo da temperatura máxima de utilização para um nível de atividade e um tempo de exposição dados. A letra indica o tipo de roupa interior utilizada durante o ensaio (B, C o R) – 0,190 m².K/W < Icle

Roupas de proteção contra a chuva:

A presente norma especifica as características das roupas de proteção contra a influência das intempéries, do vento e do frio acima de -5°C.
O primeiro número à direita do pictograma indica a classe da resistência à penetração da água, o segundo a classe da Resistência Evaporativa.

Atributo 1 :

Resistência à penetração da água (1 a 3)
Indica o nível de impermeabilidade da roupa

Atributo 2 :

Resistência Evaporativa (1 a 3)
Indica o nível de respirabilidade da roupa

Roupa de Sinalização Alta Visibilidade:

Esta norma especifica as características que deverá ter o vestuário de protecção que tenha como objectivo sinalizar visualmente a presença do utilizador, para detectá-lo e vê-lo bem em condições perigosas, de dia, em todas as condições de luminosidade, ou de noite, à luz dos faróis.

Existem três classes de vestuário de sinalização.
Cada classe deverá ter superfícies mínimas de materiais de visibilidade que constituem o vestuário, sendo que quando mais elevada for a classe, mais visível se torna o vestuário:

– CLASSE 1: 
Material de base (Fluorescente): 0,14 m²
Material retro-reflector (Bandas): 0,10 m²

– CLASSE 2: 
Material de base (Fluorescente): 0,50 m²
Material retro-reflector (Bandas): 0,13 m²

– CLASSE 3:
Material de base (Fluorescente): 0,80 m²
Material retro-reflector (Bandas): 0,20 m²

Material de base:
Material fluorescente de cor amarela, laranja/vermelho ou vermelho destinado a ser altamente visível.

Material retroreflector: Classificado em 2 níveis. O nível mais elevado de retro-reflector assegura o melhor contraste e visibilidade do vestuário de sinalização vistos na escuridão, com os médios ligados.

Marcação:
X: Classe da superfície de visibilidade (de 1 a 3)
X: Nível de desempenho da matéria retro-reflectora (1 a 2)

Roupas de proteção para utilizadores de serras mecânicas seguradas com a mão:

A presente norma europeia faz parte de uma série de normas relativas aos equipamentos de proteção individual destinados a proteger o utilizador contra os riscos ligados à utilização de serras mecânicas seguradas com a mão. Nenhum equipamento de proteção é capaz de garantir uma proteção em 100 % contra os cortes provocados por uma serra mecânica segurada com a mão. No entanto, a experiência mostrou que era possível fabricar um equipamento de proteção oferecendo um determinado nível de proteção.

 

Atributo 1 :

Tipo protetor de perna (Type A / Type B / Type C )
Grau de proteção do sistema anti-corte do protetor de perna

Atributo 2 :

Velocidade da corrente :

Categoria 1 = 20m/s ; Categoria 2 = 24m/s ; Categoria 3 = 28m/s
Velocidade da corrente

Roupas de proteção contra o calor e a chama:

Apresentação :

A presente norma europeia especifica as exigências de desempenho para os materiais e combinações de materiais resistentes à propagação de chama limitada utilizados para o fabrico das roupas de proteção.

O desempenho é expresso por um índice de propagação de chama limitada antes e depois da limpeza.


Atributo 1 :

Índice de resistência dos materiais (de 1 a 3)
Índice de propagação da chama / Número de limpezas X temperatura

Os requisitos de desempenho estabelecidos nesta norma são aplicáveis ao vestuário que pode ser usado para uma ampla variedade de usos finais, e onde há uma necessidade de vestuário com propriedades de propagação de chama limitada e onde o utilizador pode ser exposto ao calor de radiação, convectivo ou por contacto, ou respingos de metal fundido.

 

Código A: Propagação de chama limitada

Código B: Protecção contra o calor convectivo – 3 níveis

Código C: Protecção contra o calor de radiação – 4 níveis

Código D: Protecção contra projecção de alumínio fundido – 3níveis

Código E: Protecção contra projecção de ferro fundido – 3 níveis

Código F: Protecção contra calor por contacto – 3 níveis

Esta norma internacional especifica os requisitos mínimos de segurança básica e os métodos de ensaio para vestuário de proteção para utilização em soldadura e processos afins (excluindo a proteção das mãos).

A norma especifica duas classes com requisitos específicos de desempenho.

A classe 1 para proteção contra técnicas de soldadura e as situações menos perigosas, causando os níveis mais baixos de respingos e calor de radiação.

A classe 2 para proteção contra técnicas de soldadura e situações mais perigosas, causadoras dos maiores níveis de calor de radiação e respingos.

EN ISO 11611:2007

Resistência à tração
Resistência a rasgaduras
Resistência à explosão
Resistência das costuras
Mudança dimensional
Requisitos do couro
Propagação de chama limitada (A1 + A2)
Gotículas fundidas
Transmissão de calor (radiação)
Resistência elétrica

Esta norma especifica os requisitos de desempenho para as propriedades de chama limitada dos materiais, conjuntos de materiais e vestuário de proteção, a fim de reduzir a possibilidade de que a roupa arda e se queime, e portanto, constitua por si um perigo. Também se especificam requisitos adicionais para vestuário

EN 61482-1-1:2009 (Ed. 1):

Trabalhos em tensão – Vestuário de proteção contra os perigos térmicos de um arco elétrico. Parte 1-1: Métodos de ensaio – Método 1 – Determinação do arco nominal (ATPV ou EBT50) para os materiais resistentes à chama para vestuário.

EN 61482-1-2:2007 (Ed. 1):

Trabalhos em tensão – Roupas de proteção contra os riscos térmicos do arco elétrico. Parte 1: Métodos de ensaio – Método 2: Determinação da classe de proteção contra o arco de materiais e de roupas por meio de um arco dirigido e limitado (caixa de ensaio).

Roupas de proteção contra o frio:

A norma EN 342 especifica as exigências e os métodos de ensaios de desempenho referentes às roupas de proteção contra o frio em temperaturas inferiores a -5°C. Isolamento térmico de base medido. O valor é função da temperatura máxima de utilização conforme determinados níveis de atividade e tempos de exposição. A letra indica o tipo de roupas interiores utilizadas para executar o teste (A ou B).

Atributo 1 :

Isolamento térmico resultante de base medida
Valor dependendo da temperatura máxima de utilização para um nível de atividade e um tempo de exposição dados. A letra indica o tipo de roupa interior utilizada durante o ensaio (A ou B).

Atributo 2 :

Categoria de permeabilidade ao ar (1 a 3)
Indica o nível de impermeabilidade da roupa.

Atributo 3 :

Categoria de resistência evaporativa (1 a 3)
Indica o nível de respirabilidade da roupa.

Esta norma europeia especifica as exigências de desempenho ótico para vestuário de alta visibilidade para ser usado por adultos e por crianças, e projetado para um uso não profissional.

Roupa de proteção contra riscos de engate por peças das máquinas em movimento

Para a roupa de proteção que minimiza o risco de ser preso ou arrastado por peças móveis quando o utilizador trabalha sobre ou nas proximidades de perigosas máquinas em movimento ou dispositivos.

Norma europeia harmonizada para a roupa de protecção usada por trabalhadores da indústria expostos ao calor (excepto roupa de bombeiro e de soldador)

A seguinte classificação estabelece os níveis de prestação: A – Propagação limitada da chama B – Protecção contra o calor convectivo C – Protecção contra o calor radiante

Vestuário de protecção contra produtos químicos líquidos

Requisitos de desempenho para vestuário protecção química que oferecem protecção limitada contra substâncias químicas líquidas (Equipamentos Tipo 6 e Tipo PB [6]). Esta norma especifica os requisitos mínimos para utilização limitada e desempenho limitado de reutilização para vestuário de protecção química. A roupa de protecção química com desempenho limitado é destinada ao uso em casos de uma possível exposição a um spray de luz, aerossóis líquidos ou respingos de baixa pressão, ou baixo volume, contra os quais não seja necessária uma barreira completamente impermeável a líquidos (a nível molecular).

A norma abrange tanto fatos de protecção química (Tipo 6) como protectores parciais do corpo (tipo PB [6]). Os fatos de protecção química (tipo 6), cobrem e protegem pelo menos o tronco e os membros, p.ex., fato macaco de uma só peça ou trajes de duas peças, com ou sem capuz, ou cobre botas. Os protectores do corpo de desempenho limitado (tipo PB [6]) cobrem e protegem apenas partes específicas do corpo, p.ex., casacos, aventais, luvas, etc.

Vestuário de proteção – Propriedades electroestáticas:

A presente norma europeia especifica as exigências eletrostáticas e os métodos de ensaios para as roupas de proteção dissipando a eletricidade estática para evitar a formação de chispas capazes de provocar um incêndio. Essas exigências não são suficientes em ambientes inflamáveis enriquecidos em oxigénio e o método de ensaio não é aplicável aos tecidos contendo fibras com núcleo condutor. A presente norma europeia não é aplicável para a proteção contra as tensões do sector.

Atributo 1 :

Resistência da superfície (< 5x10E10 Ohms)
Resistência elétrica da superfície”

DESCARTÁVEIS

Vestuário de protecção contra produtos químicos líquidos. Esta norma especifica os requisitos de desempenho para roupas impermeáveis (tipo 3) ou resistente a pulverizações (tipo 4), incluindo os artigos de protecção parcial do corpo. (Tipos PB [3] e PB) [4]

 

Fato impermeável a líquidos (Tipo 3)

Este ensaio consiste em expor todo o fato a uma série de jatos curtos de um líquido à base de água, destinadas a diversas partes críticas do processo. Este fato protege contra fortes jatos de produtos químicos líquidos.

 

Fato impermeável à pulverização. (Tipo 4)

Ensaio consiste em expor todo o fato a uma pulverização intensa de um líquido à base de água. Este fato protege contra a saturação de produtos químicos líquidos.

Especifica os requisitos e métodos de teste para vestuário de uso limitado que confiram uma protecção contra agentes infecciosos.

Vestuário de protecção contra a contaminação radioactiva. Requisitos e métodos de teste para roupa de protecção não ventilada, contra a contaminação por partículas radioactivas.

PROTEÇÃO DO CORPO E DESCARTAVEIS

Esta norma especifica os requisitos de desempenho para as propriedades de chama limitada dos materiais, conjuntos de materiais e vestuário de proteção, a fim de reduzir a possibilidade de que a roupa arda e se queime, e portanto, constitua por si um perigo. Também se especificam requisitos adicionais para vestuário

Vestuário de proteção – Propriedades electroestáticas:

A presente norma europeia especifica as exigências eletrostáticas e os métodos de ensaios para as roupas de proteção dissipando a eletricidade estática para evitar a formação de chispas capazes de provocar um incêndio. Essas exigências não são suficientes em ambientes inflamáveis enriquecidos em oxigénio e o método de ensaio não é aplicável aos tecidos contendo fibras com núcleo condutor. A presente norma europeia não é aplicável para a proteção contra as tensões do sector.

Atributo 1 :

Resistência da superfície (< 5x10E10 Ohms)
Resistência elétrica da superfície”

Vestuário de protecção contra produtos químicos líquidos

Requisitos de desempenho para vestuário protecção química que oferecem protecção limitada contra substâncias químicas líquidas (Equipamentos Tipo 6 e Tipo PB [6]). Esta norma especifica os requisitos mínimos para utilização limitada e desempenho limitado de reutilização para vestuário de protecção química. A roupa de protecção química com desempenho limitado é destinada ao uso em casos de uma possível exposição a um spray de luz, aerossóis líquidos ou respingos de baixa pressão, ou baixo volume, contra os quais não seja necessária uma barreira completamente impermeável a líquidos (a nível molecular).

A norma abrange tanto fatos de protecção química (Tipo 6) como protectores parciais do corpo (tipo PB [6]). Os fatos de protecção química (tipo 6), cobrem e protegem pelo menos o tronco e os membros, p.ex., fato macaco de uma só peça ou trajes de duas peças, com ou sem capuz, ou cobre botas. Os protectores do corpo de desempenho limitado (tipo PB [6]) cobrem e protegem apenas partes específicas do corpo, p.ex., casacos, aventais, luvas, etc.

Fato de partículas secas. Especifica os requisitos mínimos para a roupa de protecção química resistente à penetração por partículas sólidas suspensas no ar, protege contra poeiras perigosas e partículas secas.

PROTEÇÃO DAS MÃOS

Requisitos gerais para as luvas de proteção:

 

A norma EN420 define os requisitos gerais da maioria dos tipos de luvas de proteção incluindo:

Ergonomia, construção (neutralidade do pH, quantidade de CrVI detetável e substâncias incorporadas não alergénicas), inocuidade e conforto (tamanho), destreza, transmissão e absorção de vapor de água.

Caso requerido, as propriedades electroestáticas têm de ser medidas de acordo com os testes de prEN 1149-1,-2 ou 3. Os pictogramas não devem ser utilizados e a informação específica em condições de teste laboratoriais tem de ser adicionada.

A indicação dos níveis de desempenho

1 : mínimo, 2 : bom, 3 : muito bom, 4 e mais : excelente, 0 : não oferece proteção, X : desempenho não medido.

A informação sobre como utilizar as instruções e os níveis de desempenho de acordo com as normas são descritos de seguida.

Seleção do tamanho da luva de acordo com o comprimento e a circunferência da mão.

Tamanho da luva 6 7 8 9 10 11
Comprimento mínimo (mm)strong> 220 230 240 250 260 270
Circunferência da Mão (mm)strong> 152 178 203 229 254 279
Comprimento da mão (mm)strong> 160 171 182 192 204 215
Uma luva para aplicações especiais poderá não estar em conformidade com estes valores; neste caso, estas aplicações têm de ser claramente explicadas nas instruções para a utilização.

Regulamento (CE) N° 1935/2004 de 27 de Outubro de 2004, relativo aos materiais e objectos destinados a entrar em contacto com produtos alimentares.

Proteção mecânica:

 

Define: Os princípios de conceção
A especificação do pH, do teor em crómio (VI) A especificação dos tamanhos e das dimensões
A especificação da destreza
A marcação: Modelo, fabricante, tamanhos e pictogramas
Informações relativas aos produtos indicando:
– Modelo, fabricante
– Instruções de uso
– Instruções de conservação
– Tamanhos disponíveis
– Limitações de uso
– Prazo de validade

Atributo 1 : Resistência à abrasão (de 0 a 4)
Determinada pelo número de ciclos necessários para que a amostra do produto seja desgastada até perfuração.

Atributo 2 : Resistência ao corte por talho (de 0 a 5)
Determinada pelo número de ciclos necessários para cortar a amostra a uma velocidade constante.

Atributo 3 : Resistência ao rasgo (de 0 a 4)
Indica a força mínima necessária para rasgar a amostra.

Atributo 4 : Resistência à perfuração (de 0 a 4)
Indica a força necessária para furar a amostra com um furador normalizado.

Micro-organismos:

A norma EN374-2 especifica um método de ensaio para a resistência à penetração das luvas de proteção contra os produtos químicos e/ou os microrganismos. Se as luvas resistem à penetração, quando testadas de acordo com a EN374, elas oferecem uma barreira eficaz contra os riscos microbiológicos.

Atributo 1 : Penetração (0 ou 1)
Indica que o produto resiste ou não à penetração da água e do ar.

A norma EN374-3 especifica a resistência dos materiais constitutivos das luvas suscetíveis de permeação por produtos químicos não gasosos potencialmente perigosos no caso de contactos contínuos. Convém portanto insistir sobre o facto que este teste não considera as condições suscetíveis de serem encontradas em serviço. É recomendado referir-se aos resultados do teste, que têm um valor principalmente relativo, unicamente com a finalidade de comparar os materiais conforme grandes categorias de tempo de passagem.

 

Este pictograma é utilizado para luvas à prova de líquidos que possuem um tempo de penetração > 30 min. para no mínimo 3 produtos químicos desta lista: (EJL representa as letras de código para 3 destes produtos químicos para os quais a luva obteve um tempo de penetração > 30 min. )

 

A Metanol; B Acetona; C Acetonitrilo; D Diclorometano; E Dissulfeto de carbono; F Tolueno; G Dietilamina; H Tetrahidrofurfurano; I Acetato de etilo; J n-Heptano; K Hidróxido de sódio 40%; L Ácido sulfúrico 96%;

Atributo 1 :

Penetração (0 ou 1)

Indica que o produto resiste ou não à penetração da água e do ar.

Atributo 2 :

Permeabilidade (de 1 a 6)

Indica o tempo necessário para que um produto perigoso atravesse o filme protetor por permeabilidade.

Luvas contra os riscos de Calor e Incêndio: A norma EN407 especifica os métodos de ensaios, as exigências gerais, os níveis de desempenho térmico e a marcação das luvas de proteção contra o calor e/ou o fogo. Aplica-se a todas as luvas previstas para proteger as mãos contra o calor e/ou as chamas, sob qualquer forma que seja: fogo, calor de contacto, calor convectivo, calor radiante, pequenas ou grandes projeções de metais em fusão.

Os ensaios só podem serem executados para níveis de desempenho e não para níveis de proteção.


Atributo 1 :

Resistência às chamas (de 1 a 4)

Baseada no tempo durante o qual o material permanece em chama e continua consumindo-se após supressão da fonte de ignição.


Atributo 2 :

Resistência ao calor de contacto (de 1 a 4)

Baseada na temperatura abrangida entre 100 e 500°C até a qual o portador da luva não perceberá nenhuma dor durante um período mínimo de 15 segundos.

Atributo 3 :

Resistência ao calor convectivo (de 1 a 4)

Baseada no tempo durante o qual o produto é capaz de atrasar a transferência do calor de uma chama.

Atributo 4 :

Resistência ao calor de radiação (de 1 a 4)

Indica o tempo necessário para que a amostra atinja uma temperatura dada.

Atributo 5 :

Resistência às pequenas projeções de metal em fusão (de 1 a 4)

Indicção tempo necessário para que a amostra atinja uma temperatura dada.

Atributo 6 :

Resistência a importantes projeções de metal em fusão (de 1 a 4)

Indica o tempo necessário para provocar a deterioração de um produto parecido com a pele colocado logo atrás da amostra.

Luvas de proteção contra o frio: A norma EN511:2006 especifica as exigências e os métodos de ensaios das luvas de proteção contra o frio transmitido por convecção ou condução até -50°C. Este frio pode ser relacionado com condições climáticas ou com uma atividade industrial. Os valores dos diferentes níveis de desempenho são determinados de acordo com as exigências específicas de cada categoria de risco ou de cada tipo de aplicações particulares.

Os ensaios de produtos só podem serem executados para níveis de desempenho e não para níveis de proteção.

Atributo 1 :

Resistência ao frio convectivo (0 a 4)

Atributo 2 :

Resistência ao frio de contacto (0 a 4)

Atributo 3 :

Penetração da água (0 ou 1)

Riscos elétricos

 

Classe 00 – Tensão de uso 2.500 V.

Classe 0 – Tensão de uso 5.000 V.

Classe 1 – Tensão de uso 10.000 V.

Classe 2 – Tensão de uso 20.000 V.

Classe 3 – Tensão de uso 30.000 V.

Classe 4 – Tensão de uso 40.000 V.

Roupa de proteção para utilizadores de serras mecânicas seguradas com a mão:

 

A presente norma europeia faz parte de uma série de normas relativas aos equipamentos de proteção individual destinados a proteger o utilizador contra os riscos ligados à utilização de serras mecânicas seguradas com a mão. Nenhum equipamento de proteção é capaz de garantir uma proteção em 100 % contra os cortes provocados por uma serra mecânica segurada com a mão. No entanto, a experiência mostrou que era possível fabricar um equipamento de proteção oferecendo um determinado nível de proteção.

 

Atributo 1 :

Tipo protetor de perna (Type A / Type B / Type C )
Grau de proteção do sistema anti-corte do protetor de perna

Atributo 2 :

Velocidade da corrente:

Categoria 1 = 20m/s ; Categoria 2 = 24m/s ; Categoria 3 = 28m/s
Velocidade da corrente

Esta norma aplica-se unicamente às luvas de proteção destinadas a bombeiros para o combate ao incêndio e as operações de busca e salvamento.

Luvas que protegem contra contaminação radioactiva em partículas.

Norma luva malha aço para trabalhos com objetos cortantes.

Vibrações e choques de origem mecânica As medidas são efectuadas a nível da palma da mão (excluindo os dedos). A norma indica em preâmbulo que devido ao estado actual dos conhecimentos, as luvas não podem garantir uma atenuação significativa para frequências vibratórias inferiores a 150 Hz. Determinadas luvas até podem aumentar as ditas frequências, mas convém lembrar que guardar a mão num ambiente quente e seco faz também parte das propriedades relevantes de uma luva e que tem sua utilidade para limitar certos efeitos induzidos pelas vibrações. A única medida do factor de transmissão de acordo com a norma EN ISO 10819 não é suficiente para avaliar o risco sanitário provocado pelas vibrações. Definição da norma relativa à transmissão das vibrações: É o factor de transmissão das vibrações (um rácio) medido à superfície da mão desnuda e na palma da luva anti-vibração quando segura o punho de uma ferramenta vibrando. Os valores de transmissão superiores a 1 indicam que a luva amplifica as vibrações. Os valores inferiores a 0,6 indicam que a luva atenua as vibrações.

Os testes são realizados para frequências abrangidas entre 31,5Hz e 1250 Hz representativas das ferramentas de vibração mais comuns. Espectro de frequências médias: 31,5Hz à 200Hz. Espectro de altas-frequências: 200 Hz à 1250 Hz.

Para estar em conformidade com a norma EN ISO 10819, é preciso que: A transmissão em frequências médias: TRm seja <1; A transmissão em altas-frequências: TRh seja <0.6.

Esta Norma Europeia especifica os requisitos e métodos de teste para luvas de proteção para uso em soldadura manual de metais, corte e processos associados. De acordo com o seu desempenho, as luvas de proteção para soldadores são classificadas em dois tipos;

Tipo A: Menor destreza (com maior desempenho em outros).

Tipo B: Maior destreza (com menor desempenho em outros).

Esta Norma Europeia especifica um método de teste para materiais destinados a serem utilizados na fabricação de roupas de protecção dissipativa electrostática (ou luvas) para evitar descargas incendiárias. Este método de teste não é aplicável para materiais a serem utilizados na fabricação de roupas de protecção ou luvas contra tensões de alimentação.

ESD – (Descarga Electrostática) As luvas ESD são usadas para desviar a electricidade estática. A resistividade superficial é testada de acordo com o método especificado na norma EN1149-1.

Riscos Mecânicos::

Ocorreu à inclusão do ensaio EN 13594:2015 de proteção contra impacto em luvas para proteção mecânica, antes tal proteção era exclusiva para luvas de motoqueiro. Este teste é opcional e quando realizado e aprovado, será representado pela marcação “P” ao final dos níveis do pictograma de risco mecânico como um quinto indicador de proteção.

Para desempenho de corte a norma traz além do ensaio Coupe Test (já realizado na versão 2003 – item 6.2, representado pelo segundo nível abaixo do pictograma), o teste pela norma ISO 13997:1999 no equipamento TDM 100 que deverá ser efetuado em materiais que possuem maior resistência ao corte e/ou em que o Coupe Test não possui eficácia significativa nos resultados. Em termos de amostragem, marcações e materiais a serem enviados ao laboratório, o que isso implicará?

Será necessário atualizar o pictograma gravado na luva, bem como na documentação – bula/manual de instruções, com o ano 2016 e com a inclusão de mais um “X” representado pelo ensaio de corte adicionado. Para luvas de proteção aprovada contra impacto, a marcação “P” deve ser adicionada, porém, quando não houver esta proteção, não haverá esta letra marcada. Vale ressaltar, porém, que ao se realizar o ensaio de impacto, e não houver a aprovação, ao invés de “P” deverá ser marcado “F”.

Riscos Químicos:

Na norma EN 374-1 houve mudanças significativas, como a alteração da norma de permeação, antiga EN374-3, substituída pela EN 16523-1:2015 e inclusão de outros 6 produtos químicos, sendo a seguinte tabela de produtos e letras que os representam, trazida pela norma:

Através da proteção atingida contra os produtos químicos da tabela citada, a luva se enquadrará em: – Tipo A – aprovada em nível 2 (30 minutos) em no mínimo seis produtos químicos; – Tipo B – aprovada em nível 2 (30 minutos) em no mínimo três produtos químicos; – Tipo C – aprovada em nível 1 (10 minutos) em no mínimo um dos produtos químicos.

Outros produtos além dos apresentados na lista em questão, podem ser testados e trazidos nas informações fornecidas pelo fabricante. Esta classificação por tipos das luvas exclui a alta e baixa resistência química.

A versão 2016 da norma, não exige os ensaios mecânicos da EN 388 para as luvas químicas, se tornando então a proteção mecânica uma característica opcional neste tipo de luva.

Para todos os produtos químicos que a luva for aprovada, o ensaio da norma EN 374-4, que apresenta a degradação do material em percentual, deverá sem realizado e informado na bula. É necessário atualizar o pictograma gravado na luva, bem como na documentação – bula/manual de instruções, com o ano de 2016. Abaixo imagem representando novo pictograma e explicação do mesmo.

A norma também exige que seja apresentado ao usuário final os níveis de aprovação para todos os produtos químicos, bem como o percentual de degradação. Logo uma tabela, como a sugerida abaixo, deve constar na bula/manual de instruções:

Além disso, as seguintes frases de segurança são obrigatórias na bula/manual de instruções:

“Essa informação não reflete na duração atual de proteção no local de trabalho e diferenciação entre misturas e químicos puros.” “A resistência química foi avaliada sob condições laboratoriais, de amostras retiradas apenas da palma da luva (exceto em casos onde a luva é igual ou maior a 400 mm – na qual o mangote também é testado) e se refere apenas ao produto químico testado. A resistência pode ser diferente se o produto químico é usado em uma mistura.” “É recomendado checar se as luvas são adequadas para o uso pretendido, já que as condições do local de trabalho podem diferir do teste de tipo dependendo da temperatura, abrasão e degradação.” “Quando usadas, luvas de proteção podem prover menor resistência a produtos químicos devido a mudanças em propriedades físicas. Movimentos, rompimentos, fricções, degradações causadas por contato com produtos químicos, etc., podem reduzir o tempo de uso atual significativamente. Para químicos corrosivos, degradação pode ser o fator mais importante a se considerar na seleção de luvas com resistência química.” “Antes do uso, inspecionar as luvas para qualquer defeito ou imperfeição” :

PROTEÇÃO OCULAR

A norma EN 166 aplica-se a todos os tipos de protecções individuais dos olhos utilizadas contra diversos perigos susceptíveis de danificar os olhos ou alterar a visão, exceptuando-se as radiações de origem nuclear, os raios X, as emissões laser e as radiações infravermelhas (R) emitidas por fontes de baixa temperatura. As especificações desta norma não se aplicam às protecções dos olhos para as quais existem normas separadas e completas, tais como protecções de olhos contra raios laser, óculos de sol de utilização geral, etc.. As protecções dos olhos com lentes correctoras não estão excluídas do domínio de aplicação.

362.5 I 1 F 8 K N
362.5 :Código numérico seguido pela classe de protecção para os filtros (se for caso disso):

Sem código numérico: filtro de soldadura

2. filtro para ultravioletas, o reconhecimento das cores pode ficar alterado.
3. filtro para ultravioletas, fornece o reconhecimento das cores.
4. filtro para infravermelhos.
5. filtro solar sem especificação de infravermelhos.
6. filtro solar com especificação de infravermelhos.

I : Identificação do fabricante (menção obrigatória), por exemplo, I para Iles Optical

Classe óptica (menção obrigatória):
1. Qualidade óptica do policarbonato perfeita para trabalhos contínuos, potência esférica de +/- 0,06 /astigmática 0,06.
2. Potência óptica esférica de +/- 0,12 /astigmática 0,12 (trabalhos intermitentes)
3. Potência óptica esférica de +/- 0,12 ? 0,25 /astigmática 0,25 (trabalhos ocasionais, com proibição de uso permanente).

N : Símbolo de resistência ao embaciamento (se se aplicar)

K : Símbolo de resistência à deterioração das superfícies por partículas finas (se se aplicar)

8 : Símbolo de não-aderência de metal em fusão e de resistência a penetração de sólidos quentes (se se aplicar)

F : Símbolo de resistência mecânica (se se aplicar)
Sem símbolo: solidez mínima (resistência à aplicação de uma esfera de aço de 22 mm de diâmetro, exercendo uma pressão de 100??).
S: solidez reforçada (resistência ao impacte de uma esfera de aço de 22 mm de diâmetro e de 43 g, lançada a 5,1 m/s).
F: impacte de fraca energia (resistência ao choque de uma esfera de aço com 6 mm de diâmetro e de 0,86 g, lançada a 45 m/s).

A norma EN169 fornece os números de escalonamento e as especificações de transmissão dos filtros destinados a garantir a protecção dos operadores que efectuam trabalhos de soldadura, de sobre-soldadura, de soldadura de arco e de corte por jacto de plasma.
Os outros requisitos aplicáveis a este tipo de filtro constam da EN166. As especificações para os filtros de soldadura de escalonamento de protecção variável ou de duplo escalonamento são alvo da EN379.

Filtros ultravioletas (UV)

Filtros ultravioletas (UV)

Filtros de protecção solar para uso industrial

A norma EN175 especifica os requisitos de segurança e os métodos de ensaio relativos aos equipamentos de protecção individual utilizados para proteger os olhos e a face do operador contra radiações ópticas nocivas e contra outros riscos específicos devidos aos processos habituais de soldadura, corte e técnicas relacionadas.

Esta norma especifica a protecção, incluindo os aspectos ergonómicos, contra os riscos e perigos de natureza diferente:
– radiação,
– inflamabilidade,
– mecânicos,
– eléctricos.

O equipamento está concebido para adaptar filtros de protecção, com ou sem lentes de guarda ou oculares de reforço, segundo as recomendações do fabricante de equipamentos de protecção para operações de soldadura, em conformidade com a EN166 e a EN169 ou a EN379.

Especificação para filtros automáticos de soldadura.

Proteção dos olhos e cara com rede.

PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

Fixa as exigências mínimas das máscaras completas para os aparelhos de protecção respiratória. Contém ensaios de laboratório e ensaios práticos de desempenho para garantir a conformidade com as seguintes exigências:

resistência à temperatura,
resistência aos choques,
resistência à chama,
resistência à radiação térmica,
resistência à tracção,
resistência aos produtos de limpeza e desinfecção.

Além disso, a inspecção visual deve incidir sobre a marcação e o folheto informativo do fabricante.

Exigências mínimas das máscaras completas: Especifica as características mínimas exigíveis das semimáscaras e quartos de máscara destinados a serem utilizados com aparelhos de protecção respiratória. Contém testes de laboratório e ensaios práticos de desempenho para garantir a conformidade com as especificações seguintes:

resistência aos choques,
resistência aos produtos de limpeza e desinfecção,
resistência à temperatura,
resistência à chama,
resistência respiratória.

Exigências mínimas das semi ou quartos de máscara:

 

Filtros antigás e filtros mistos: Diz respeito aos filtros antigás e filtros mistos como componentes de aparelhos de protecção respiratória sem assistência. Comporta testes de laboratório para garantir a conformidade com as seguintes exigências:

resistência aos choques, temperatura, humidade, meios corrosivos,
resistência mecânica,
resistência respiratória.

Filtros contra partículas: Diz respeito aos filtros contra partículas como componentes de aparelhos de protecção respiratória sem assistência.
Comporta testes de laboratório para garantir a conformidade com as seguintes exigências:

resistência aos choques, temperatura, humidade, meios corrosivos,
resistência mecânica,
resistência respiratória.

Semimáscaras filtrantes contra as partículas:

 

Especifica as características mínimas exigíveis das semimáscaras filtrantes utilizadas como aparelhos de protecção respiratória contra as partículas. Contém ensaios de laboratório e ensaios práticos de desempenho para garantir a conformidade com as exigências seguintes:

resistência aos choques,
resistência aos produtos de limpeza e desinfecção,
resistência à chama,
resistência respiratória.

Semimáscaras filtrantes com válvulas:

 

Especifica as exigências de desempenho, os métodos de ensaio e as exigências de marcação aplicáveis às semimáscaras filtrantes com válvulas e filtros antigás ou filtros mistos, utilizados como aparelhos de protecção respiratória.
Contém ensaios práticos de desempenho e testes de laboratório para garantir a conformidade com as exigências seguintes:

resistência às manipulações e ao desgaste,
resistência aos choques,
resistência respiratória,
resistência à chama.

Esta norma define as roscas standard das peças faciais para os aparelhos de protecção respiratória, ao passo que a Parte 2 define as roscas centrais dessas peças faciais, e a Parte 3 refere-se às roscas para aparelhos de isolamento de pressão positiva.

PROTEÇÃO AUDITIVA

Proteção anti-ruído:
Banda de cabeça

Esta parte da norma diz respeito aos auriculares e estabelece os requisitos em matéria de construção, conceção e desempenho, os métodos de ensaio, as instruções de marcação, assim como as informações destinadas aos utilizadores.
Determina a disponibilização de informações relativas às características de mitigação acústica dos auriculares, medidas em conformidade com a EN 24869-1, e define um nível mínimo de mitigação necessário para determinar a respetiva conformidade com esta especificação.
Esta parte da norma não trata nem dos auriculares destinados a serem fixados num capacete ou que fazem parte de um capacete, nem dos desempenhos dos dispositivos eletrónicos suscetíveis de serem integrados no interior dos auriculares, nem dos auriculares sensíveis à amplitude. Esta norma não trata dos desempenhos dos protetores anti-ruído tendo em conta o ruído impulsional.

Proteção anti-ruído:
Tampões de ouvido:

Esta parte da norma também trata dos tampões auditivos moldados individuais e dos dispositivos ligados por uma faixa, contudo, não trata dos desempenhos dos dispositivos eletrónicos suscetíveis de serem incorporados no interior dos tampões auditivos, nem do caso dos tampões sensíveis à amplitude.

Proteção anti-ruído:
Banda de cabeça sobre capacete de proteção para a indústria:

Esta parte da norma estabelece os requisitos em matéria de construção, conceção e desempenho, os métodos de ensaio e as instruções de marcação relativas aos auriculares, assim como as informações destinadas aos utilizadores de auriculares quanto estes se encontram montados em capacetes de proteção para a indústria.
Determina a disponibilização de informações relativas às características de mitigação acústica dos auriculares, medidas em conformidade com a EN 24869-1:1992, e define um nível mínimo de mitigação necessário para determinar a respetiva conformidade com esta especificação.

PROTEÇÃO DA CABEÇA

A norma EN397, no que se refere aos «Capacetes de protecção para a indústria», exige que seja marcado o abaixo indicado:

Cada capacete deve levar marcado em relevo ou bem impresso as indicações seguintes:
a) O número da presente norma europeia
b) O nome ou dados de identificação do fabricante
c) O ano e o trimestre de fabricação
d) O tipo de capacete
e) O tamanho ou a tabela de tamanhos
Indicações complementares, como instruções ou recomendações de ajuste, de montagem, de uso, de limpeza, de desinfecção, de manutenção, de revisão e de armazenagem deverão estar especificadas nas instruções de uso.

Capacetes electricamente isolantes para utilização em instalações de baixa tensão.

A norma EN812 refere-se a bonés e capacetes anti-golpe (protecção couro cabeludo) de uso corrente utilizados na indústria, para proteger a cabeça de objectos duros que podem provocar lesões ou outras feridas superficiais. Estão essencialmente destinadas para usos no interior.
Um equipamento que cumpra esta norma não está destinado a proteger dos efeitos da queda de objectos e não deve em nenhum caso substituir um capacete de protecção para industria para uma aplicação, segundo a norma EN397.

Esta norma fixa as características exigidas aos capacetes de protecção utilizados pelos serviços de protecção civil e de luta contra incêndios assim como os métodos de ensaio que permitem verificar essas características.